Finalmente a luz branca ao fundo túnel que a mui ilustre e diversificada Comissão Eleitoral acendeu.
A comunicação de que há duas listas candidatas para o Conselho Directivo e o Conselho Profissional e Deontológico, só constitui meia surpresa porque o bastonário não concorre, mas faz de presidente da CE.
Bem rodeado pelo Menezes do CPD, a Concha do CF e o Valente pela AG, produziram a acta de que a Ordem nos dá todos os pormenores no site.
Meia surpresa digo eu, porque estava com curiosidade para ver se o Resende se dispunha a passar um ano mais de aperto por "uma mão cheia de nada". Não Senhor, bateu com a porta, mandando às urtigas mais um período de "frenesim" dos seus voluntariosos opositores!
Quanto ao resto apenas a novidade das putativas candidaturas, num completo rodopio relativo às últimas eleições , por desta vez contarem com gente de todas as Delegações Regionais, como está no Estatuto.
Ainda bem que não teimaram na desculpa do RR de que podem e devem têm o mesmo significado? certamente só lá no vale de Santarém!?
Mas esta mudança leva-nos a fazer a avaliação dos motivos que disseram ser os reais, nestes meses todos, sobre a manipulação que o Conde e a sua gente tinham feito ao afastar as suas listas!!!
Em que ficamos?
Quem afinal andou mal nesta estória toda?
Porque mudaram de ideias e deixaram de querer que aceitassem listas feitas a "martelo"?
Do Sameiro de Sousa percebe-se que tenha aprendido a lição como RR, agora do A Morais! o que o levou a mudar de ideias?
Saberemos certamente os argumentos convincentes que não tardarão dar-nos a conhecer...esperamos que este não seja sinal de outras inconsequências, a avizinhar-se, da parte dos aguerridos candidatos, vindos das direcções de várias associações e que fizeram a vida negra ao bastonário!
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
INÚTIL MANDATO !
O Conselho Regional do Sul está a fazer o que se chama um mandato de "encher pneus", quer dizer, completamente inútil!
Relembro que certamente os que votaram nos Colegas que venceram as eleições o fizeram na convicção de uma escolha acertada por comparação com os que com eles concorriam, fundamentando-se nas ideias e pessoas que integravam a lista.
Se havia naturais reparos a fazer aos anteriores responsáveis, porque a nossa exigência é proporcional aos problemas que temos perante nós, foram julgados por essas insuficiências e penalizados com o maioritário voto contra.
Lógico, normal é o resultado da actividade democrática!
A responsabilidades dos que os substituíram nas funções eram consequência dessa escolha e da disposição dos eleitos para ajudarem a resolver uma parte dos problemas, sendo que representavam o maior Conselho Regional, para aí quase dois terços da Classe.
Passados quase dois anos, porque nada disto se esperava, a desilusão apoderou-se de todos, porque não são conhecidas quaisquer actividades destes Colegas, nem se anuncia que estejam dispostos a fazer alguma coisa!!!!
Agora na Newsletter de Agosto vem o Conselho Directivo dizer que foi por sua iniciativa que foram efectuadas em três meses todas (186) as vistorias aos consultórios, clínicas e hospitais, quando pertence aos Conselhos Regionais essa tarefa.
Pergunto o que é que estes Colegas têm feito?
Também se sabe que não têm Plano de Actividades para este ano(está na revista)o que me parece não estar de acordo com o que se tinham comprometido, nem com os estatutos da Ordem, o que envolve ao mesmo tempo os Colegas da Assembleia Regional nesta história, por permitirem uma situação destas! Será que o Senhor Presidente da Assembleia Geral , sempre atento,sabe? ou que a interveniente Senhora Presidente do Conselho Fiscal deu conta
Não têm vergonha? Pagamos quotas, gastam certamente algum desse dinheiro, com que intenção e proveito ?
Que justificação séria têm para dar?
Gente desta NÃO SERVE A CLASSE, nem tão pouco a Ordem!
Com tantos problemas para resolver acrescentaram mais dificuldades e mantém-se tranquilamente numa apatia confrangedora!
Não haverá responsabilidades a apurar nesta actuação indigna e que nos envergonha a todos?
A Ordem não pode estar entregue a pessoas que têm esta atitude, porque se não querem fazer, digo que SAIAM E E DEIXEM ALGUÉM FAZER O QUE NÃO FORAM CAPAZES .
Relembro que certamente os que votaram nos Colegas que venceram as eleições o fizeram na convicção de uma escolha acertada por comparação com os que com eles concorriam, fundamentando-se nas ideias e pessoas que integravam a lista.
Se havia naturais reparos a fazer aos anteriores responsáveis, porque a nossa exigência é proporcional aos problemas que temos perante nós, foram julgados por essas insuficiências e penalizados com o maioritário voto contra.
Lógico, normal é o resultado da actividade democrática!
A responsabilidades dos que os substituíram nas funções eram consequência dessa escolha e da disposição dos eleitos para ajudarem a resolver uma parte dos problemas, sendo que representavam o maior Conselho Regional, para aí quase dois terços da Classe.
Passados quase dois anos, porque nada disto se esperava, a desilusão apoderou-se de todos, porque não são conhecidas quaisquer actividades destes Colegas, nem se anuncia que estejam dispostos a fazer alguma coisa!!!!
Agora na Newsletter de Agosto vem o Conselho Directivo dizer que foi por sua iniciativa que foram efectuadas em três meses todas (186) as vistorias aos consultórios, clínicas e hospitais, quando pertence aos Conselhos Regionais essa tarefa.
Pergunto o que é que estes Colegas têm feito?
Também se sabe que não têm Plano de Actividades para este ano(está na revista)o que me parece não estar de acordo com o que se tinham comprometido, nem com os estatutos da Ordem, o que envolve ao mesmo tempo os Colegas da Assembleia Regional nesta história, por permitirem uma situação destas! Será que o Senhor Presidente da Assembleia Geral , sempre atento,sabe? ou que a interveniente Senhora Presidente do Conselho Fiscal deu conta
Não têm vergonha? Pagamos quotas, gastam certamente algum desse dinheiro, com que intenção e proveito ?
Que justificação séria têm para dar?
Gente desta NÃO SERVE A CLASSE, nem tão pouco a Ordem!
Com tantos problemas para resolver acrescentaram mais dificuldades e mantém-se tranquilamente numa apatia confrangedora!
Não haverá responsabilidades a apurar nesta actuação indigna e que nos envergonha a todos?
A Ordem não pode estar entregue a pessoas que têm esta atitude, porque se não querem fazer, digo que SAIAM E E DEIXEM ALGUÉM FAZER O QUE NÃO FORAM CAPAZES .
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Medicamentos Veterinários 2
Foi finalmente publicada a tão esperada legislação sobre medicamento veterinário.
Anteriormente antecipei uma reacção dos farmacêuticos pelo que nada espanta que o DL 148/2008 veio agora confirmar como na altura disse.
A instituição do Director Técnico Veterinário da mesma forma que a dispensa de medicamentos veterinários, as autorizações especiais e a venda pelos veterinários e também pelos consultórios, clínicas e hospitais acabou com privilégios de muitos anos, colocando o veterinário no lugar que lhe cabe.
Não se confirmou o pior que se temia sobre a receita
Já sobre a requisição que se tornou num anacronismo legal que só a pressão dos vendedores que agora passam a ter a "categoria" de "profissionais de saúde animal" e a permissividade dos políticos tornou possível.
Também a utilização do medicamento de uso humano (embalagem hospitalar) responde ao que se exigia.
A nossa Ordem (ouvida a titulo facultativo) continua, ao contrário do que constava na boca dos derrotistas e para sua arrelia, a ter uma participação importante que se louva, como se enaltece passar a haver a receita veterinária para os animais de companhia, pena que não seja utilizada a vinheta (ao que se diz porque a APMVEAC não deu acordo?!) por pressão dos barões.
Todos devemos estar a postos para a 29 de Setembro esta legislação entrar em vigor.
Nada de troca de favores a propósito de uma moeda, porque isso atirar-nos-ia uma outra vez para a lama dos desqualificados e daria dos veterinários uma ideia que só os vendilhões assumem
Anteriormente antecipei uma reacção dos farmacêuticos pelo que nada espanta que o DL 148/2008 veio agora confirmar como na altura disse.
A instituição do Director Técnico Veterinário da mesma forma que a dispensa de medicamentos veterinários, as autorizações especiais e a venda pelos veterinários e também pelos consultórios, clínicas e hospitais acabou com privilégios de muitos anos, colocando o veterinário no lugar que lhe cabe.
Não se confirmou o pior que se temia sobre a receita
Já sobre a requisição que se tornou num anacronismo legal que só a pressão dos vendedores que agora passam a ter a "categoria" de "profissionais de saúde animal" e a permissividade dos políticos tornou possível.
Também a utilização do medicamento de uso humano (embalagem hospitalar) responde ao que se exigia.
A nossa Ordem (ouvida a titulo facultativo) continua, ao contrário do que constava na boca dos derrotistas e para sua arrelia, a ter uma participação importante que se louva, como se enaltece passar a haver a receita veterinária para os animais de companhia, pena que não seja utilizada a vinheta (ao que se diz porque a APMVEAC não deu acordo?!) por pressão dos barões.
Todos devemos estar a postos para a 29 de Setembro esta legislação entrar em vigor.
Nada de troca de favores a propósito de uma moeda, porque isso atirar-nos-ia uma outra vez para a lama dos desqualificados e daria dos veterinários uma ideia que só os vendilhões assumem
terça-feira, 15 de julho de 2008
Candidaturas : as responsabilidades
Com as eleições para a Ordem marcadas, muito mais que a escolha deste ou daquele é útil equacionar o que está em causa.
Pela segunda vez, a primeira foi depois da saída do Prof. Tito Fernandes, vamos a votos em eleições intercalares, só que desta vez por pouco mais de um ano e com a Classe dividida, ao contrário da primeira em que a saída do Bastonário foi provocada por ele próprio, mas os veterinários não estavam divididos, nem a Ordem bloqueada.
Agora ao contrário do que sucedeu há anos, a responsabilidade das partes desavindas são grandes e provavelmente diferentes, pelo que o seu papel e iniciativa pode significar ou não um inicio de solução para a crise em que nos encontramos.
Quem contestou primeiro o processo eleitoral, não aceitou depois o resultado das eleições, continuou por isso a opor-se em tudo o que eram iniciativas dos eleitos para o CD e o CPD, até a obtenção do desejado acto em que pudessem participar, tem particular responsabilidade de se apresentar a votos.
Os que ficaram arrostaram com as consequências, justamente porque entenderam que se tinham sido eleitos, tinham legitimidade para agir, depois viram-se confrontados com a destituição a que se opuseram e agora estão perante o facto consumado de que as eleições que os colocaram à frente da Ordem,já foram!
Aos primeiros exige-se que apresentem uma solução que buscaram durante um ano e meio, aos segundos compreende-se a desilusão num caminho que não teve o apoio dos que neles votaram.
Reflectindo, estamos num período de transição, perante a marcada necessidade de que o jogo dos votos e das regras que impõe, entre outras coisas, a normalidade de uma instituição como a Ordem, seja jogado na totalidade das suas implicações.
Não creio que possa ser útil o aparecimento de uma lista dita "apaziguadora" ou de "consenso", o que equivaleria apostar-se num lista única!
Se para o CD os votos decidem quem são os escolhidos já para o CPD, como dizem os Estatutos, será proporcional aos votos nos diferentes concorrentes, o que implica um especial equilíbrio
Mal da Ordem onde houve três candidaturas na última consulta, se agora aparecesse uma única lista!
Onde ficava o debate sobre as diversas soluções para os problemas? a tão proclamada necessidade de ALTERNÂNCIA?
Pela segunda vez, a primeira foi depois da saída do Prof. Tito Fernandes, vamos a votos em eleições intercalares, só que desta vez por pouco mais de um ano e com a Classe dividida, ao contrário da primeira em que a saída do Bastonário foi provocada por ele próprio, mas os veterinários não estavam divididos, nem a Ordem bloqueada.
Agora ao contrário do que sucedeu há anos, a responsabilidade das partes desavindas são grandes e provavelmente diferentes, pelo que o seu papel e iniciativa pode significar ou não um inicio de solução para a crise em que nos encontramos.
Quem contestou primeiro o processo eleitoral, não aceitou depois o resultado das eleições, continuou por isso a opor-se em tudo o que eram iniciativas dos eleitos para o CD e o CPD, até a obtenção do desejado acto em que pudessem participar, tem particular responsabilidade de se apresentar a votos.
Os que ficaram arrostaram com as consequências, justamente porque entenderam que se tinham sido eleitos, tinham legitimidade para agir, depois viram-se confrontados com a destituição a que se opuseram e agora estão perante o facto consumado de que as eleições que os colocaram à frente da Ordem,já foram!
Aos primeiros exige-se que apresentem uma solução que buscaram durante um ano e meio, aos segundos compreende-se a desilusão num caminho que não teve o apoio dos que neles votaram.
Reflectindo, estamos num período de transição, perante a marcada necessidade de que o jogo dos votos e das regras que impõe, entre outras coisas, a normalidade de uma instituição como a Ordem, seja jogado na totalidade das suas implicações.
Não creio que possa ser útil o aparecimento de uma lista dita "apaziguadora" ou de "consenso", o que equivaleria apostar-se num lista única!
Se para o CD os votos decidem quem são os escolhidos já para o CPD, como dizem os Estatutos, será proporcional aos votos nos diferentes concorrentes, o que implica um especial equilíbrio
Mal da Ordem onde houve três candidaturas na última consulta, se agora aparecesse uma única lista!
Onde ficava o debate sobre as diversas soluções para os problemas? a tão proclamada necessidade de ALTERNÂNCIA?
sábado, 28 de junho de 2008
Figuras tristes de um Presidente
Hoje decorreu na Ordem mais uma Assembleia Geral, desta vez, extraordinária, para marcação da data das eleições.
Não havia muito que congeminar, porque quem está informado, sabe as regras e até parecia que havia condições para ser pacifica e rápida a reunião, quando tudo começou estranhamente a ficar complicado.
O Presidente da mesa resolveu voltar à "vaca fria", à célebre hipótese por ele levantada e imediatamente abandonada , em Assembleia anterior,de votação de parecer do Conselho Fiscal sobre o relatório e contas da Ordem!
O Senhor até tinha um parecer de um jurista a dizer que sim, ao que o Resende respondeu que não, que se não vinha no estatuto a assembleia não tinha competência para o votar e que por isso duvidava do tal"parecer", por se referir com certeza a sociedades comerciais!!!
E não foi a única situação!
Logo de seguida por causa da nomeação da comissão eleitoral, novo desaguisado entre os mesmos personagens, já que o Presidente dizia que começaria a funcionar na primeira semana , de Setembro a 8, para as eleições que estavam propostas se realizassem a 11 de Outubro, enquanto que o bastonário lhe disse para ler o estatuto!
O que dizia? Que aquela comissão começava a funcionar logo a partir da data da marcação das eleições!!! e mais uma vez ele leu.
E não se ficou por aqui!
Foi até ao fim, que se percebeu claramente que o Senhor Presidente afinal não conhece o estatuto, nem muita outra coisa, pois admitiu todas as sugestões e até ficámos com a impressão da sua santa ignorância pois quando se discutiu o que eram votos brancos, nulos e abstenções, confessou que tinha dúvidas!
Sem dúvidas ficou a assembleia que remeteu para a comissão a definição disso tudo, depois do bastonário lhe ter dito que era dessa forma que se fazia na Ordem!
Um pouco mais de conhecimento e de discernimento ficam bem a qualquer Presidente da mesa da Assembleia Geral, que se preze e... seja conhecedor, o que não é parece ser o caso do Gomes Esteves.
Que pouca sorte a nossa...ser este o personagem que continua a presidir à A Geral!
Não havia muito que congeminar, porque quem está informado, sabe as regras e até parecia que havia condições para ser pacifica e rápida a reunião, quando tudo começou estranhamente a ficar complicado.
O Presidente da mesa resolveu voltar à "vaca fria", à célebre hipótese por ele levantada e imediatamente abandonada , em Assembleia anterior,de votação de parecer do Conselho Fiscal sobre o relatório e contas da Ordem!
O Senhor até tinha um parecer de um jurista a dizer que sim, ao que o Resende respondeu que não, que se não vinha no estatuto a assembleia não tinha competência para o votar e que por isso duvidava do tal"parecer", por se referir com certeza a sociedades comerciais!!!
E não foi a única situação!
Logo de seguida por causa da nomeação da comissão eleitoral, novo desaguisado entre os mesmos personagens, já que o Presidente dizia que começaria a funcionar na primeira semana , de Setembro a 8, para as eleições que estavam propostas se realizassem a 11 de Outubro, enquanto que o bastonário lhe disse para ler o estatuto!
O que dizia? Que aquela comissão começava a funcionar logo a partir da data da marcação das eleições!!! e mais uma vez ele leu.
E não se ficou por aqui!
Foi até ao fim, que se percebeu claramente que o Senhor Presidente afinal não conhece o estatuto, nem muita outra coisa, pois admitiu todas as sugestões e até ficámos com a impressão da sua santa ignorância pois quando se discutiu o que eram votos brancos, nulos e abstenções, confessou que tinha dúvidas!
Sem dúvidas ficou a assembleia que remeteu para a comissão a definição disso tudo, depois do bastonário lhe ter dito que era dessa forma que se fazia na Ordem!
Um pouco mais de conhecimento e de discernimento ficam bem a qualquer Presidente da mesa da Assembleia Geral, que se preze e... seja conhecedor, o que não é parece ser o caso do Gomes Esteves.
Que pouca sorte a nossa...ser este o personagem que continua a presidir à A Geral!
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