Depois dos personagens venham as ideias !
Recebemos os Programas das listas que concorrem à nossa Ordem.
Comecemos pelo da lista A, isto é, do SS, "Ouvir para decidir":
Pretende rever as normas dos estatutos!
Então não foi feita essa revisão em A Geral durante vários meses depois de se ter gorado a iniciativa do CD de a fazer porque inicialmente nem a proposta, nem as alterações foram sequer discutidas.
Pergunta-se se VAI REVER A ALTERAÇÃO,que todos aprovámos?
Elegem a formação contínua como prioridade!
Ainda bem porque essa atitude vem na continuidade do que a Ordem vem fazendo.
Já não se percebe como querem criar um Gabinete, a que pomposamente se dá o nome, de Formação Contínua,se quando foram revistos os estatutos se disse que era o Conselho de Formação e Qualificação Profissional que ia fazer isso!
Juntando as duas propostas ficamos com a impressão que os programadores ou não estiveram em contacto com a Ordem ou querem acabar com uma estrutura, que já existe, para "inovar", propondo uma que passa a "aconselhar" o CD.
Também referem que "a dimensão ética do exercício da Medicina Veterinária é algo que não é possível sobrevalorizar."
É isto que os colegas propõem? não SOBREVALORIZAR a DIMENSÃO ÉTICA! Quer dizer que vamos ser mais tolerantes ou estarei a ver mal?
Depois vêm falar sobre a necessidade de rever o Código Deontológico!
É razoável imaginar que para o tornar mais "flexível". Porquê?!
Quando o aumenta o número de colegas e a exigência do público também aumenta, diminuímos as obrigações!!!???
Criar um gabinete de relações externas é outra das intenções! para quê? Composto por quem? Qunato custa? É uma necessidade?
Propõem o Conselho Consultivo, de novo? É uma ideia requentada porque já se viu no que dá, isto é, uma" moleta" para o CD!
O Programa da lista B ,representada pelo AM,"Uma candidatura isenta, uma candidatura liberta"
A ambição e querer saúdam-se porque são comuns a todos nós, mas como também sabemos que não chega só querer, é preciso fazer algo por isso!
Os princípios metodológicos como o diálogo(o omnipresente diálogo com tudo e com todos ) a criação de quadros de especialidades e os programas de formação , numa candidatura que se diz independente( não o serão todas?!).
Enfim uma série de opções que não se sabem como se alcançam nomeadamente a criação de oportunidades(propõe-se intervir no mercado de trabalho) para isso cria-se um observatório de empregabilidade!!!!
Mas em período que reconhecem transitório apontam a transparência na gestão económico financeira da Ordem! Não tem que sempre ser assim? Mas o que se quer dizer?Como se faz isso?
Até agora pelos vistos as A Gerais e os C Fiscais não servem para essa finalidade, parece que quem faz a gestão é que a vai tornar transparente, isto é, não é preciso contas nem controle. Enganam-se completamente!
Parece que existe um ambiente de desconfiança relativamente a essa avaliação feita por aqueles órgãos
Dar continuidade aos esforços para instalar a sede! Conhecem algo que não se sabe o que é, mas com que garantidamente estão de acordo, pelo menos no modus faciende.
Esperemos para ver!
Incentivar os esforços para a publicação da revisão que foi feita dos estatutos.
Faltará algo que não tenham proposto?
Nos dois programas, não é dita uma palavra sobre a importante legislação que saiu do medicamento e da inspecção sanitária, nem da que falta sair sobre as clínicas e sobre o acto veterinário!
Não serão relevantes?
Também nada se diz sobre a ligação às outras profissões, pouco ou nada sobre os parceiros consumidores,produtores, industriais !
Será esquecimento?
Um vazio sobre as orientações que a Classe tem de partilhar com A Federação dos Veterinários da União Europeia, nem de qualquer fórum internacional seja a OIE, sejam as associações com os Palops!
Não têm importância?
Não são naturalmente prioridades para as lista A e B, o que é pena, porque não podemos olhar só para o nosso umbigo!
O tempo do corporativismo já lá vai!
Ouvindo ou abrindo em liberdade, ambos pressupostos para a decisão das listas, o que é importante é que esses lapsos não sejam a revelação de impreparação para o que é urgente se faça!
As diferenças entre as propostas são muitas, mas poucas as soluções concretas para:
minorar o número de veterinários (em claro excesso)
a crescente polarização da sua formação em clínica
o apoio à formação acessível a todos
Recebemos os Programas das listas que concorrem à nossa Ordem.
Comecemos pelo da lista A, isto é, do SS, "Ouvir para decidir":
Pretende rever as normas dos estatutos!
Então não foi feita essa revisão em A Geral durante vários meses depois de se ter gorado a iniciativa do CD de a fazer porque inicialmente nem a proposta, nem as alterações foram sequer discutidas.
Pergunta-se se VAI REVER A ALTERAÇÃO,que todos aprovámos?
Elegem a formação contínua como prioridade!
Ainda bem porque essa atitude vem na continuidade do que a Ordem vem fazendo.
Já não se percebe como querem criar um Gabinete, a que pomposamente se dá o nome, de Formação Contínua,se quando foram revistos os estatutos se disse que era o Conselho de Formação e Qualificação Profissional que ia fazer isso!
Juntando as duas propostas ficamos com a impressão que os programadores ou não estiveram em contacto com a Ordem ou querem acabar com uma estrutura, que já existe, para "inovar", propondo uma que passa a "aconselhar" o CD.
Também referem que "a dimensão ética do exercício da Medicina Veterinária é algo que não é possível sobrevalorizar."
É isto que os colegas propõem? não SOBREVALORIZAR a DIMENSÃO ÉTICA! Quer dizer que vamos ser mais tolerantes ou estarei a ver mal?
Depois vêm falar sobre a necessidade de rever o Código Deontológico!
É razoável imaginar que para o tornar mais "flexível". Porquê?!
Quando o aumenta o número de colegas e a exigência do público também aumenta, diminuímos as obrigações!!!???
Criar um gabinete de relações externas é outra das intenções! para quê? Composto por quem? Qunato custa? É uma necessidade?
Propõem o Conselho Consultivo, de novo? É uma ideia requentada porque já se viu no que dá, isto é, uma" moleta" para o CD!
O Programa da lista B ,representada pelo AM,"Uma candidatura isenta, uma candidatura liberta"
A ambição e querer saúdam-se porque são comuns a todos nós, mas como também sabemos que não chega só querer, é preciso fazer algo por isso!
Os princípios metodológicos como o diálogo(o omnipresente diálogo com tudo e com todos ) a criação de quadros de especialidades e os programas de formação , numa candidatura que se diz independente( não o serão todas?!).
Enfim uma série de opções que não se sabem como se alcançam nomeadamente a criação de oportunidades(propõe-se intervir no mercado de trabalho) para isso cria-se um observatório de empregabilidade!!!!
Mas em período que reconhecem transitório apontam a transparência na gestão económico financeira da Ordem! Não tem que sempre ser assim? Mas o que se quer dizer?Como se faz isso?
Até agora pelos vistos as A Gerais e os C Fiscais não servem para essa finalidade, parece que quem faz a gestão é que a vai tornar transparente, isto é, não é preciso contas nem controle. Enganam-se completamente!
Parece que existe um ambiente de desconfiança relativamente a essa avaliação feita por aqueles órgãos
Dar continuidade aos esforços para instalar a sede! Conhecem algo que não se sabe o que é, mas com que garantidamente estão de acordo, pelo menos no modus faciende.
Esperemos para ver!
Incentivar os esforços para a publicação da revisão que foi feita dos estatutos.
Faltará algo que não tenham proposto?
Nos dois programas, não é dita uma palavra sobre a importante legislação que saiu do medicamento e da inspecção sanitária, nem da que falta sair sobre as clínicas e sobre o acto veterinário!
Não serão relevantes?
Também nada se diz sobre a ligação às outras profissões, pouco ou nada sobre os parceiros consumidores,produtores, industriais !
Será esquecimento?
Um vazio sobre as orientações que a Classe tem de partilhar com A Federação dos Veterinários da União Europeia, nem de qualquer fórum internacional seja a OIE, sejam as associações com os Palops!
Não têm importância?
Não são naturalmente prioridades para as lista A e B, o que é pena, porque não podemos olhar só para o nosso umbigo!
O tempo do corporativismo já lá vai!
Ouvindo ou abrindo em liberdade, ambos pressupostos para a decisão das listas, o que é importante é que esses lapsos não sejam a revelação de impreparação para o que é urgente se faça!
As diferenças entre as propostas são muitas, mas poucas as soluções concretas para:
minorar o número de veterinários (em claro excesso)
a crescente polarização da sua formação em clínica
o apoio à formação acessível a todos